Diagnóstico de saúde financeira

Informe a receita do mês, os custos fixos e os custos variáveis. Em vez de só um número, você recebe uma leitura: se o negócio está saudável, em alerta ou em situação crítica, e quais pontos específicos merecem atenção.

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Tudo que entrou

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Aluguel, salário, softwares

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Mercadoria, taxas, comissão

Diagnóstico: Saudável

Lucro líquido do mês

R$ 2.500,00

Margem líquida

13,9%

Custos fixos
33% da receita

Esta leitura usa faixas gerais de saúde financeira (margem e peso do custo fixo), não é uma auditoria contábil do seu negócio — use como ponto de partida pra decidir onde olhar com mais cuidado.

Por que um diagnóstico, não só uma calculadora

Receita, custo fixo e custo variável já dizem se o mês fechou no azul ou no vermelho — mas o número sozinho não diz se a situação é grave, apertada ou confortável. Este diagnóstico pega os mesmos três números e devolve uma leitura: o que eles indicam, e onde vale olhar com mais cuidado antes que vire um problema maior.

Não é uma auditoria contábil nem substitui um contador — é uma primeira leitura rápida, do tipo que qualquer consultor financeiro faria olhando os mesmos três números.

Margem líquida: o número que mais importa

É o que sobra da receita depois de todos os custos, em porcentagem. Uma margem negativa significa prejuízo no mês. Entre 0% e 10%, o negócio está pagando as contas mas sem folga real — qualquer imprevisto (um cliente que cancela, uma conta que sobe) já derruba o resultado pro vermelho. Acima de 10%, existe espaço de manobra de verdade.

O peso do custo fixo

Custo fixo alto em relação à receita é um risco silencioso: ele é pago independente de vender muito ou pouco naquele mês. Quando ele consome mais de 40% da receita, um mês de vendas mais fracas já é suficiente pra apertar o caixa — mesmo que a operação, no geral, seja saudável.

Reduzir esse peso não significa necessariamente cortar custo: às vezes é aumentar a receita que o mesmo custo fixo sustenta, o que também melhora a proporção.

O que fazer com o resultado

  • Status crítico: o problema é urgente — vale entender se é um mês pontual ou uma tendência antes de qualquer outra decisão.
  • Status atenção: o negócio está pagando as contas, mas sem margem de segurança — bom momento pra revisar preço, custo ou despesa antes que um imprevisto force a mão.
  • Status saudável: existe folga real — é o momento de pensar em crescer com mais segurança, não de relaxar o controle.

Refazer essa conta todo mês, com os números reais (não uma estimativa), é o que transforma o diagnóstico numa rotina de acompanhamento, em vez de um retrato isolado.

Perguntas frequentes

Esse diagnóstico substitui um contador?

Não. É uma primeira leitura rápida baseada em três números, útil para saber onde olhar com mais atenção — não uma auditoria contábil nem uma análise fiscal do seu negócio.

O que significa margem líquida negativa?

Significa que a receita do mês não cobriu os custos fixos e variáveis somados — o negócio operou no prejuízo naquele período.

Uma margem de 5% já é motivo de preocupação?

É motivo de atenção: o negócio está pagando as contas, mas sem folga real. Qualquer imprevisto (queda de vendas, custo que sobe) pode levar ao prejuízo no mês seguinte.

Por que o peso do custo fixo importa tanto?

Porque ele é pago independente de vender muito ou pouco. Quando consome uma fatia grande da receita, um único mês fraco já aperta o caixa, mesmo que a operação seja saudável no geral.

Com que frequência devo refazer esse diagnóstico?

Todo mês, com os números reais do período. Um retrato isolado ajuda menos do que acompanhar a tendência ao longo de vários meses.

Os valores que eu digito ficam salvos?

Não. Todo o cálculo acontece dentro do seu navegador e nada é enviado aos nossos servidores. Ao fechar a página, não fica registro nenhum.

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